A edição deste sábado, 26, do jornal Folha de S.Paulo traz a denúncia de que o atual ministro do Trabalho, Carlos Lupi, foi funcionário-fantasma da Câmara dos Deputados ao longo de quase seis anos.
A Folha diz que Lupi “ficou pendurado” na folha de pagamento da Câmara, como assessor da liderança do PDT, de dezembro de 2000 a junho de 2006, período no qual, segundo funcionários do partido em Brasília, ele se dedicava exclusivamente aos assuntos da sigla, na condição de vice e presidente pedetista.
Lupi foi nomeado assessor da liderança do PDT na Câmara no dia 13 de dezembro do ano 2000. Em 2002, candidatou-se a senador pelo Rio sem pedir afastamento, o que é ilegal. Ele assumiu a presidência do PDT em junho de 2004, após a morte de Leonel Brizola. Só pediu exoneração da Câmara dois anos depois, em junho de 2006, quando concorreu ao governo do Rio. Lupi foi nomeado ministro do Trabalho em 2007.
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