sábado, 10 de dezembro de 2011

Miriam Leitão: Europa estaria em crise sistêmica – “Risco de que Europa exploda nunca foi maior”, diz Sarkozy

“O risco de que a Europa exploda nunca foi maior”, disse nesta quinta-feira o presidente francês, Nicolas Sarkozy, acrescentando que a União Europeia possui “algumas semanas” para sair da crise. “A Europa nunca foi tão exigida e nunca correu tanto perigo”, afirmou o presidente em Marselha.
Já a chefe do governo alemão, Angela Merkel, afirmou estar “convencida” de que os europeus “encontrarão boas soluções” na reunião europeia de Bruxelas desta quinta e sexta-feira. “Estou convencida de que chegaremos a uma solução para todos os temas”, declarou Merkel durante o Congresso do conservador Partido Popular Europeu (PPE).
“Peço a compreensão daqueles que não adotaram o euro. Devemos enviar um sinal forte ao exterior. As palavras, apenas, não serão suficientes, e falta uma modificação dos tratados”, disse a chanceler alemã. Merkel pediu aos países da UE que deixem de defender “egoísmos nacionais” e trabalhem juntos para solucionar a crise econômica e financeira.
A chanceler defendeu o trabalho conjunto da Alemanha e da França em busca de soluções, mas ressaltou que todos os países da UE têm de agir coordenadamente para resolver a crise, além de reconhecer que a situação é complicada e difícil, mas que a saída está em trabalhar “mais pela Europa” para enfrentar não só os desafios econômicos, mas também os de outras áreas.
Merkel disse ainda que a colaboração e o trabalho conjunto não serão apenas do Conselho Europeu, mas também da Comissão, do Parlamento Europeu e de outras instituições comunitárias. Para a chanceler, os riscos são comuns e é preciso enfrentá-los e tomar novas decisões, já que “ainda há muito trabalho a fazer”.
Nesse sentido, ela defendeu medidas que permitam uma maior integração e remodelações constitucionais necessárias para a nova política econômica que será aplicada. Merkel destacou ainda os valores compartilhados por todos os membros da UE, considerados por ela como “intocáveis”, e elogiou o trabalho feito pelo Partido Popular Europeu.
Vários dirigentes europeus, entre Sarkozy, Merkel, e o presidente do Banco Central Europeu, Mario Draghi, realizam na quinta-feira uma reunião prévia à cúpula da União Europeia (UE) para tentar aproximar posturas, depois que funcionários alemães insistiram em diminuir as perspectivas de um acordo, já que, segundo Berlim, “há atores que ainda não compreenderam a gravidade da situação”.

O governo alemão mantém diferenças com as propostas apresentadas, em particular sobre como seria uma reforma dos tratados comunitários para carimbar a disciplina fiscal dos países da zona do euro e sobre a possibilidade de emitir títulos de dívida comum a longo prazo. Sarkozy e Merkel enviaram hoje uma carta conjunta na qual detalham as ideias que propuseram na segunda-feira passada, entre as quais aparecem vários mecanismos para garantir a disciplina fiscal dos países, mas também a harmonização do imposto de sociedades entre os membros do euro.
Entenda
No auge da crise de crédito, que se agravou em 2008, a saúde financeira dos bancos no mundo inteiro foi colocada à prova. Os problemas em operações de financiamento imobiliário nos Estados Unidos geraram bilhões em perdas e o sistema bancário não encontrou mais onde emprestar dinheiro. Para diminuir os efeitos da recessão, os países aumentaram os gastos públicos, ampliando as dívidas além dos tetos nacionais. Mas o estímulo não foi suficiente para elevar os Produtos Internos Brutos (PIB) a ponto de garantir o pagamento das contas.
A primeira a entrar em colapso foi a Grécia, cuja dívida pública alcançou 340,227 bilhões de euros em 2010, o que corresponde a 148,6% do PIB. Com a luz amarela acesa, as economias de outros países da região foram inspecionadas mais rigorosamente. Portugal e Irlanda chamaram atenção por conta da fragilidade econômica. No entanto, o fraco crescimento econômico e o aumento da dívida pública na região já atingem grandes economias, como Itália (120% do PIB) e Espanha.
Um fundo de ajuda foi criado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) e pelo Banco Central Europeu (BCE), com influência da Alemanha, país da região com maior solidez econômica. Contudo, para ter acesso aos pacotes de resgates, as nações precisam se adaptar a rígidas condições impostas pelo FMI. A Grécia foi a primeira a aceitar e viu manifestações contra os cortes de empregos públicos, programas sociais e aumentos de impostos.
Com informações de Reuters e EFE.

Protestos na Rússia são teste para Putin e seus rivais

Oposição russa leva multidão às ruas para protestar contra "vigaristas e ladrões"
A oposição russa levou hoje multidões às ruas para manifestações que servirão como um teste para a sua capacidade de transformar a indignação contra supostas fraudes eleitorais em um movimento de protesto efetivo. De Kaliningrado, à beira do Báltico, a Vladivostok, na costa do Pacífico, dezenas de cidades russas realizam manifestações, que funcionarão também como um termômetro da tolerância de Vladmir Putin à pressão popular.
Foto: Reuters
Manifestantes protestam contra eleições que consideram fraudulentas na Rússia

A eleição parlamentar de domingo, em que o partido governista Rússia Unida viu sua bancada encolher em 77 deputados, embora mantendo uma ligeira maioria no Parlamento, sinalizou um crescente descontentamento contra os 12 anos de hegemonia política de Putin no maior país do mundo.
"As pessoas vão sair... porque estão cansadas do partido dos vigaristas e ladrões", disse a ativista Yevgeniya Chirikova, usando um rótulo que se popularizou pela internet.
Os manifestantes têm autorização para realizar um grande ato público em Moscou. Mas a polícia promete coibir qualquer ação ilegal.
Na segunda-feira, a oposição realizou seu maior protesto dos últimos anos na capital. Nos dias seguintes, dezenas de milhares de policiais ocuparam as ruas e reprimiram aglomerações.
Leia também: Partido governista vence eleições parlamentares na Rússia
A tensão política assustou os investidores, por prenunciar uma fase de instabilidade na Rússia até a eleição presidencial de 2012, em que Putin é favorito. Ele já foi presidente de 2000 a 2008, quando passou o cargo para seu afilhado político Dmitry Medvedev. Desde então, ele atua como primeiro-ministro, mas continua sendo o político mais poderoso do país.
O declínio no apoio ao Rússia Unida, partido de Putin, indicou a frustração de grande parte do eleitorado com a corrupção, as disparidades sociais e o medo de uma estagnação econômica.
A oposição diz que o resultado negativo para o partido governista na verdade esconde uma derrota ainda maior, pois há suspeitas de fraude generalizada - incluindo a colocação de votos falsos em urnas.
As queixas sobre fraudes se espalham na Internet junto com a convocação para os protestos. O maior deles deve acontecer em Moscou. Depois de reunirem cerca de 5.000 manifestantes na segunda-feira, os organizadores esperam uma participação bem maior no sábado - até o meio-dia de sexta-feira (hora local), 60 mil russos haviam manifestado pelas redes sociais Facebook e VKontakte a sua intenção de comparecer.
O protesto foi inicialmente convocado para a praça da Revolução, vizinha ao Kremlin, mas as autoridades municipais autorizaram um evento com até 30 mil pessoas em outro local, mais discreto, na margem oposta do rio Moscou.
Fonte: Último Segundo.ig.com.br

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Bancos europeus precisam de € 114,7 bilhões, diz EBA

Os bancos europeus precisam de € 114,7 bilhões (US$ 152,5 milhões) para recapitalizarem-se, anunciou nesta quinta-feira (8/12) a Autoridade Bancária Europeia (EBA).

O montante representa um aumento de € 8 bilhões com relação à estimativa de outubro.

A Espanha possui as entidades com maior necessidade de recapitalização - perdendo apenas para as gregas (€ 30 bilhões) -, precisando de € 26,170 bilhões para cumprir com o novo requisito de capital próprio de resistência de 9%, segundo um comunicado da EBA.

A EBA revisou a cifra em função dos últimos dados disponíveis sobre a exposição dos bancos europeus a dívida soberana na Eurozona.

Os dirigentes dos 27 países da UE estarão reunidos durante dois dias a partir desta sexta-feira à tarde em Bruxelas para tentar salvar definitivamente do naufrágio a Zona do Euro.

Em sua reunião anterior, celebrada no final de outubro, os europeus anunciaram que a EBA exigiria dos bancos um reforço de seu capital próprio (Core Tier 1) para 9% até o final de junho de 2012.

Estas exigências foram reforçadas pela capitalização e ilustraram a fragilidade dos bancos europeus, debilitados pela crise.

A atenção se concentra agora principalmente em alguns grandes bancos alemães, em particular o Commerzbank, o segundo do país, e o maior banco italiano, UniCredit.

Estas duas entidades figuravam no grupo de bancos - entre os quais também estavam o alemão Deutsche Bank e o francês BNP Paribas - postos na quarta-feira (7/12) sob vigilância negativa pela agência de classificação financeira Standard & Poor's.

Nas provas de resistência que a EBA realizou em julho com 90 entidades, nas quais requeria um mínimo de Core Tier 1 de 5%, a autoridade continental estimou em € 2,5 bilhões as necessidades de recapitalização dos oito bancos e casas de poupança - entre eles cinco espanhois - que falharam. Outras 16 superaram o teste, mas muito próximos da meta.

Esperada impacientemente pelos governos, a nova estimativa, que a princípio deveria ter sido divulgada no final de novembro, foi apresentada no dia 30 pelo presidente da EBA, Andre Enria, ao ministro de Finanças da UE durante uma reunião em Bruxelas.

fonte:Brasileconômico

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Reino Unido ameaça vetar tratado europeu

É um discurso muito mais duro do que o habitual. O primeiro-ministro britânico tem endurecido o tom no que toca às propostas de revisão do Tratado de Lisboa. Desta vez, David Cameron ameaça mesmo vetar o tratado europeu se não conseguir garantias financeiras para o Reino Unido e caso os líderes europeus se recusem a proteger a posição de Londres na cimeira europeia que arranca quinta e sexta-feira em Bruxelas.

«Quando for a Bruxelas, vou lá estar para defender e promover os interesses do Reino Unido. E, neste momento, esses interesses passam pela resolução dos problemas da Zona Euro que têm tido efeitos nefastos sobre a nossa economia».

E, prosseguiu, «isto significa obviamente que os países da Zona Euro têm de agir em conjunto. E se escolherem usar o tratado europeu para isso é óbvio que haverá salvaguardas e interesses britânicos nos quais vou insistir».

Fica então o aviso: «Eu não assinarei um tratado que não garanta essas salvaguardas, como a importância do mercado único ou o funcionamento dos serviços financeiros».
Vejam o vídeo no link fonte:
http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/cameron-reino-unido-tratatos-tratado-europeu-crise-cimeira/1306023-1730.html

E se Portugal deixar o EURO?

Os bancos fechavam as portas, as fronteiras seriam controladas. Este seria o primeiro acto da saída do euro. A moeda desvalorizaria, disparava a inflação e o desemprego. E chegaria mais austeridade. As potenciais vantagens só viriam depois.Imagine este cenário. Após extenuantes horas de discussão numa das 27 capitais europeias a reunião do Conselho Europeu chega, finalmente, ao fim. Os jornalistas que resistiram até à conferência de imprensa são surpreendidos pela entrada na sala dos primeiros ministros português e grego. Seguem-nos os presidentes do Eurogrupo, do BCE e da Comissão. São três da manhã de sexta para sábado, a maioria dos portugueses está a dormir. Quando acordarem, o euro já não será a moeda do seu país. Os levantamentos de dinheiro terão de ser feitos já em “novos-escudos” directamente nos balcões dos bancos. As fronteiras estarão temporariamente fechadas e as entradas e saídas de capital proibidas. É decretado o estado de emergência. É o fim do euro para os portugueses.
Fonte:
NEGOCIOS ON LINE

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

McCain adverte Putin de se aproximar de "Primavera árabe"

O Senador dos EUA John McCain, conhecido por suas críticas firme a Rússia, advertiu o primeiro-ministro Vladimir Putin de que a Rússia pode ver uma "Primavera árabe" própria, após protestos pós-eleitorais de rua .
"Querido Vlad (Vladimir Putin), The ArabSpring está chegando perto de você", disse McCain em seu micro blog no Twitter.
” O senador acrescentou um link de seu comentário no Twitter com um artigo do Wall Street Journal que afirma que " amplas evidências de fraude eleitoral "vai azedar ainda mais as relações da Rússia com capitais ocidentais" nos próximos dias. "
Conhecido por seu acentuado discurso anti-russa por conta de seus pontos de vista, McCain tem apelado repetidamente sobre a administração dos EUA para tratar a Rússia com cautela.
Recentemente, ele disse que a Rússia tinha continuado a "ocupar uma parte do território soberano da Geórgia", em um comentário sobre a anulação dos resultados das eleições na Ossétia do Sul .
"Como o povo russo foi às urnas nesta semana e no próximo ano, devemos continuar a apoiar os seus direitos humanos e as aspirações democráticas, bem como, mesmo que o processo eleitoral na Rússia provavelmente vai ser tão manipulado pelas autoridades russas como a de seu estado cliente, a Ossétia do Sul ", o senador informou na semana passada.
Eleições parlamentares de domingo foram marcadas por alegações generalizadas de procedimentos fraudulentos sendo manipulado em favor do governante partido Rússia Unida, com dezenas de clips de vídeo amadores aparecendo para mostrar a fraude eleitoral enviados para a Internet e milhares de pessoas protestando contra as pesquisas injustas.
Fonte:
RIANOVOST

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Feixe de gelo afunda no mar da Antártica e mata animais marinhos

Repórteres da BBC registraram um interessante fenômeno natural na Antártica. Em um vídeo, o que se observa é uma monstruosa coluna de gelo afundando lentamente no mar. Quando a ponta dessa coluna toca o chão do oceano, o gelo se alastra lentamente pelo solo, como um líquido derramado, e mata todos os animais que habitam o fundo.

O que acontece é o seguinte: na superfície da Antártica, a água salgada que entra em contato com o gelo tende a passar para o estado sólido. O problema é que esse gelo formado se condensa em uma única “estalactite”, gigantesca. A estrutura avança oceano abaixo, onde a temperatura é mais amena conforme a profundidade aumenta.

No ar, um fenômeno equivalente acontece quando a neblina em regiões frias é capaz de congelar qualquer gotícula de água que esteja no ambiente, formando algo semelhante à geada. Essa ocorrência leva o nome de sincelo. No caso do sincelo marítimo, ao tocar o chão de um mar quente, o feixe de gelo tem um poder de Midas: tudo o que entra em contato com a estrutura também é imediatamente congelado.

Quem se dá mal com isso são estrelas do mar, esponjas e outros pequenos habitantes do solo do oceano, que morrem instantaneamente. Não devido ao choque térmico em si, mas porque são soterrados por um gelo em expansão do qual não conseguem fugir.

Para fazer uma filmagem tão reveladora, os pesquisadores da BCC instalaram um complexo aparato de câmeras no fundo do mar antártico, em um local de difícil acesso. E todo o processo foi muito rápido: em menos de seis horas, a “estalactite” se formou, afundou e congelou o chão abaixo de si Veja o vídeo aqui: [BBC]

A Europa tem apenas 10 dias para salvar a zona do euro e evitar a tragédia financeira global, adverte chefe das Finanças da UE Ollie Rehn

Apenas 10 dias são deixados para salvar o Euro e evitar um colapso econômico global.
Esse foi o terrível aviso do diretor financeiro da UE de Bruxelas na noite passada.
E como o comissário falou, um esforço internacional enorme de emergência estava a caminho para evitar um desastre financeiro mundial.
Seis bancos centrais ao redor do mundo disseram que estavam prontos para fornecer milhares de milhões de dólares baratos para os bancos europeus para mantê-los empréstimos uns aos outros.
O colapso dos empréstimos entre bancos provocaram a crise financeira de 2008, e Downing Street advertiu ontem que o mundo já estava nas garras de outra quebra fatal de créditos".
" Em uma referência ao colapso grande de banco dos EUA, que provocou o acidente de 2008, um oficial sênior Whitehall disse: "Nós não estamos no Lehman ... ainda."
Como temores de propagação da catástrofe, verificou-se que watchdog bancário britânico, a Financial Services Authority, disse aos maiores bancos do país para acelerar os seus planos de emergência para um iminente colapso do euro.
Se a moeda se desmoronar, a economia mundial vai entrar em espiral de crise.
A Grã-Bretanha, com as suas ligações em massa para a Europa, teria de enfrentar uma recessão profunda e destrutiva de novo.
E ministro das Relações Exteriores francês Alain Juppé afirmou que o continente poderia descer para a guerra. " Ele disse: "Nós temos nos lisonjeados por décadas que temos erradicado o perigo de conflito armado, mas não devemos estar muito certo disso."
Rehn deu um prazo de 10 dias, entregue aos ministros das Finanças europeus, em Bruxelas, em uma cúpula que se refere a esta quebra aos líderes da UE na cidade em 9 de dezembro. " Ele lhes disse: "Estamos agora a entrar no período crítico de 10 dias para completar e concluir a resposta à crise da União Europeia."
As medidas que os políticos têm até agora chegado a lidar com a crise não conseguiram satisfazer os mercados.
Analistas dizem que precisam de um pacote de resgate espetacular para afastar o Euro da ameaça de colapso.
O Euro está em crise porque vários membros, particularmente Grécia, Itália e Espanha, têm dívidas nos mercados e temem que nunca serão capazes de retribuir.
Se eles colapsarem - admitem que não podem pagar o que devem - os bancos que detêm IOUs de seu empréstimo (títulos) podem entrar em colapso.
Chefes de bancos já estão acumulando dinheiro para se preparar para o pior e estão se tornando com medo de emprestar uns aos outros, criando uma crise de crédito sem precedentes.
A Ação de ontem dos bancos centrais da América, a União Européia, a Grã-Bretanha, Japão, Canadá e Suíça é projetado para obter empréstimos bancários vão além novamente.
O Porta-voz oficial de David Cameron disse: "Trata-se de ter planos de contingência sensíveis no lugar, porque há claramente uma situação muito grave nos mercados financeiros.
" "Estamos experimentando uma crise de crédito. Esta ação é sobre a tentativa de mitigar os efeitos dessa crise de crédito."
O movimento pelos seis bancos enviados aos mercados acionários globais crescentes, mas especialistas alertaram que era um "esparadrapo".
E Financial Services Authority confirmou que eles têm dito os grandes bancos da Grã-Bretanha para se certificar de que se eles estão prontos se o colapso Euro vier ". Eles disseram que a boa gestão de riscos envolvidos no "planejamento de cenários improváveis, é grave".
O que tudo isso significa para você
Por que os bancos a tomar medidas de emergência? Para parar o sistema mundial de bancos em apreensão, causando uma crise de crédito.
O que exatamente está sendo feito?
Os EUA com seu Federal Reserve, Banco da Inglaterra, Banco do Japão e o Banco Central Europeu são boates de salvamento juntos para ajudar a obter fundos que circulam pelo sistema. Eles concordaram em disponibilizar fundos para os bancos com taxas de juros mais baixas até fevereiro de 2013.
Por que eles precisam fazer isso?
Temores de que a zona do euro esteja à beira do colapso e tinha tornado difícil para os seus bancos para obter os empréstimos de que precisam para continuar.
Como chegamos a esta bagunça?
Os líderes europeus têm sobre a crise dos dithered dívida da zona do euro, alimentando temores de que a zona do euro poderia quebrar.
Por que isso importa?
Seria um mega golpe nas finanças dos bancos, que estão todos interligados. Bancosdo UK iriam acabar com muito menos dinheiro para emprestar às empresas e famílias.
Será que esta ação resolverá o problema?
Não vai acabar com a crise do euro, mas apenas compra mais tempo.
Fonte:
Daily Record.com.uk