sábado, 26 de junho de 2010
Projetos do Alckimim
Alckimim tem como prioridade, no setor de infraestrutura , a duplicação da rodovia dos Tamoios (SP-99) e a ampliação do porto de São Sebastião, para viabilizar o corredor de exportação entre Campinas e o Vale do Paraíba.
Travando o desenvolvimento
Travando o desenvolvimento
Não é que a insatisfação fosse desconhecida, mas ela parece ter atingido um nível recorde. Segundo uma nova pesquisa divulgada na semana passada pela Câmara Americana de Comércio (Amcham), feita em parceria com o Ibope, 81% dos empresários e altos executivos do país acreditam que os impostos são, hoje, o fator que mais afeta negativamente os negócios no país.
O levantamento da Amcham revela, ainda, que 59% dos empresários defendem a redução da máquina governamental para permitir uma diminuição gradual da carga tributária. Os impostos são altos porque os gastos públicos também são,portanto, é preciso diminuir os gastos do governo para que a carga tributária possa cair.”
Não é que a insatisfação fosse desconhecida, mas ela parece ter atingido um nível recorde. Segundo uma nova pesquisa divulgada na semana passada pela Câmara Americana de Comércio (Amcham), feita em parceria com o Ibope, 81% dos empresários e altos executivos do país acreditam que os impostos são, hoje, o fator que mais afeta negativamente os negócios no país.
O levantamento da Amcham revela, ainda, que 59% dos empresários defendem a redução da máquina governamental para permitir uma diminuição gradual da carga tributária. Os impostos são altos porque os gastos públicos também são,portanto, é preciso diminuir os gastos do governo para que a carga tributária possa cair.”
segunda-feira, 14 de junho de 2010
O projeto ficha limpa é considerado um marco na luta contra a corrupção e pela transparência na política.É o projeto que traz avanços significativos no processo eleitoral brasileiro ao impedir a candidatura de cidadãos que estejam condenados,mesmo em primeira instância. A base aliada do atual governo,principalmente,o PT e O PMDB, fazem manobras para minar a aprovaçao desse projeto.Por que será ???
Vale a pena lembrar que, quem tem processos pendentes na justiça, nem sequer pode fazer parte de um grupo de jurados nos tribunais.Portanto, como é possível que cidadãos condenados possam representar a nação no congresso nacional.Os parlamentares do PT e do PMDB,como representantes do povo brasileiro, não podem barrar a vontade do povo brasileiro que exige mais transparência e compromisso com as causas públicas.
Vale a pena lembrar que, quem tem processos pendentes na justiça, nem sequer pode fazer parte de um grupo de jurados nos tribunais.Portanto, como é possível que cidadãos condenados possam representar a nação no congresso nacional.Os parlamentares do PT e do PMDB,como representantes do povo brasileiro, não podem barrar a vontade do povo brasileiro que exige mais transparência e compromisso com as causas públicas.
domingo, 13 de junho de 2010
TV Brasil Internacional
Teve início no último dia 24 as transmissões da TV Brasil Internacional.
O canal começou a ser distribuído em 49 dos 53 países da África.
Para marcar o início das transmissões do canal público brasileiro no continente africano, o presidente de Moçambique, Armando Guebuza, fez uma saudação, transmitida pela TV Brasil Internacional. O objetivo do canal é divulgar a cultura, o povo, a riqueza e as oportunidades do Brasil.
O canal será transmitido em língua portuguesa e a programação terá ênfase em programas informativos e culturais brasileiros.
Haverá ainda, na grade africana, três programas criados especialmente para o canal internacional: o Conexão Brasil, que situa a posição do País em relação a grandes temas mundiais; o Brasileiros no Mundo, voltado para as comunidades de emigrados, e o Fique Ligado, uma agenda cultural para os brasileiros que vivem no exterior.
O satélite que está sendo usado já era utilizado para distribuir o Canal Integración, criado em 2003 pela antiga Radiobrás, com o objetivo de fortalecer a idéia da integração continental.
Para ter a programação distribuída no continente africano, a TV Brasil firmou acordo com a Multichoice, maior operadora de TV por assinatura do continente, que opera através dos sistemas DTH e cabo. O canal internacional estará no pacote básico, sem custos adicionais para o assinante.
Os países
Os 49 paises que serão alcançados pela TV Brasil Internacional têm uma população de 559 milhões de pessoas. Neles, 2,5 milhões são assinantes da operadora Multichoice. Entre eles estão cinco paises de língua portuguesa: Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial e São Tomé e Príncipe.
Esta criação atende também a demanda feita pela comunidade de brasileiros emigrados na 2ª Conferência de Brasileiros no Mundo, ocorrida em outubro de 2009, para que a programação da TV pública fosse oferecida no exterior. O Brasil tem hoje mais de três milhões de brasileiros que vivem em outros países.
De acordo com a presidente da EBC, Tereza Cruvinel, "a TV Brasil Internacional é uma conquista da comunicação pública no Brasil". Ela afirma que como os canais internacionais das TVs públicas de outros países, a TV Brasil Internacional será um canal da nacionalidade brasileira, um instrumento de divulgação do País.
Também destaca que o continente africano foi escolhido como primeiro destino do canal em reconhecimento da enorme contribuição para a formação do povo e como civilização.
Em breve a TV Brasil Internacional será transmitida para América Latina, Estados Unidos, Canadá, Japão e Europa.
Esta é mais forma uma de estarmos conectados com o mundo e de aproximação dos brasileiros que vivem fora, com o Brasil brasileiro.
Muito bom.
O canal começou a ser distribuído em 49 dos 53 países da África.
Para marcar o início das transmissões do canal público brasileiro no continente africano, o presidente de Moçambique, Armando Guebuza, fez uma saudação, transmitida pela TV Brasil Internacional. O objetivo do canal é divulgar a cultura, o povo, a riqueza e as oportunidades do Brasil.
O canal será transmitido em língua portuguesa e a programação terá ênfase em programas informativos e culturais brasileiros.
Haverá ainda, na grade africana, três programas criados especialmente para o canal internacional: o Conexão Brasil, que situa a posição do País em relação a grandes temas mundiais; o Brasileiros no Mundo, voltado para as comunidades de emigrados, e o Fique Ligado, uma agenda cultural para os brasileiros que vivem no exterior.
O satélite que está sendo usado já era utilizado para distribuir o Canal Integración, criado em 2003 pela antiga Radiobrás, com o objetivo de fortalecer a idéia da integração continental.
Para ter a programação distribuída no continente africano, a TV Brasil firmou acordo com a Multichoice, maior operadora de TV por assinatura do continente, que opera através dos sistemas DTH e cabo. O canal internacional estará no pacote básico, sem custos adicionais para o assinante.
Os países
Os 49 paises que serão alcançados pela TV Brasil Internacional têm uma população de 559 milhões de pessoas. Neles, 2,5 milhões são assinantes da operadora Multichoice. Entre eles estão cinco paises de língua portuguesa: Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial e São Tomé e Príncipe.
Esta criação atende também a demanda feita pela comunidade de brasileiros emigrados na 2ª Conferência de Brasileiros no Mundo, ocorrida em outubro de 2009, para que a programação da TV pública fosse oferecida no exterior. O Brasil tem hoje mais de três milhões de brasileiros que vivem em outros países.
De acordo com a presidente da EBC, Tereza Cruvinel, "a TV Brasil Internacional é uma conquista da comunicação pública no Brasil". Ela afirma que como os canais internacionais das TVs públicas de outros países, a TV Brasil Internacional será um canal da nacionalidade brasileira, um instrumento de divulgação do País.
Também destaca que o continente africano foi escolhido como primeiro destino do canal em reconhecimento da enorme contribuição para a formação do povo e como civilização.
Em breve a TV Brasil Internacional será transmitida para América Latina, Estados Unidos, Canadá, Japão e Europa.
Esta é mais forma uma de estarmos conectados com o mundo e de aproximação dos brasileiros que vivem fora, com o Brasil brasileiro.
Muito bom.
Nova corrida imperialista na Africa
O crescimento do continente africano a taxas um pouco superiores a 5,5%,o dobro da taxa no início dos anos 90,tem alertado sobre fatos graves vindouros para o continente africano.A África está prestes a ser, pela terceira vez na história, o campo de uma imensa corrida imperialista, o território em que as potências mundiais passam a disputar riquezas e bases militares.O recente crescimento das economias da Índia e da China, principalmente, aliado aos ventos de crescimento global recente (sem contar a crise financeira de 2008/2009, ocorrida após a publicação desse artigo), tem dado a países como Angola, África do Sul, Sudão e Mauritânia, expressivas oportunidades de desenvolvimento. Entretanto, enquanto chineses e indianos fazem seus aportes econômicos, objetivando angariar matérias-primas e chances de investimento, os EUA e a União Européia não cogitam a possibilidade de deixar suas posições econômicas e militares na África. Há um evidente aumento da presença militar americana e de outras potências européias.
Fraude atinge 80% dos negoócios no mundo
Fraude atinge 80% dos negócios no mundo
Quatro em cinco empresas sofreram algum tipo de fraude, nos últimos três anos.
A informação é da Kroll, empresa líder mundial em consultoria em gerenciamento de riscos, subsidiária da Marsh & McLennan Companies, de serviços profissionais.
Pesquisa da Kroll mostra que, na América Latina, 45% de 900 executivos sênior entrevistados crêem que o nível de fraudes corporativas é maior hoje, em comparação há três anos; no Oriente Médio e África, com 44% têm opinião semelhante.
Embora a percepção sobre o número de fraudes na América Latina seja grande, a pesquisa - realizada em parceria com a Economist Intelligence Unit (EIU) - revela que, na região, os valores das perdas sofridas são menores.
Mais de um terço das respostas (36%) indicou que as fraudes geraram custo anual de menos de US$ 100 mil; 20% entre US$ 100 mil e US$ 1 milhão; 7% entre US$ 1 milhão e US$ 25 milhões; e 2% entre US$ 25 milhões e US$ 50 milhões.
Na Europa Ocidental e no Leste Europeu, o impacto das fraudes supera US$ 100 milhões para 3% dos pesquisados e na América do Norte, 2%.
"Nos países desenvolvidos, muitas vezes as fraudes são contábeis, realizadas para ludibriar investidores e com impacto grande. No Leste Europeu e na África, há o crime organizado, as máfias", diz Eduardo Gomide (foto), diretor-executivo da Kroll no Brasil.
A mais freqüente causa do aumento da exposição à fraude é a alta rotatividade dos funcionários, com 32%. Esse problema é maior na região Ásia/Pacífico (40%) e menor na América do Norte (25%).
Gomide ressalta que, além de desvio de ativos físicos e de questões contábeis, a pesquisa enfocou a propriedade intelectual, para detectar casos de pirataria ou de roubo de informações estratégicas.
Essa é a principal preocupação dos entrevistados - cerca de 20% deles se consideram altamente vulneráveis a roubo, perda ou ataques de informações; 31% crêem que o aumento da complexidade dos sistemas de tecnologia está ampliando sua exposição à fraude.
A tecnologia é a segunda maior causa: as empresas estão cada vez mais dependentes da informática e com estrutura profissional cada vez mais enxuta e isto, segundo Gomide, leva as pessoas a ter mais obrigações; o mesmo funcionário pode ser responsável por receber as notas dos fornecedores e realizar o pagamento, o que contribui para facilitar a fraude.
"Nas empresas, as descobertas de fraudes muitas vezes se devem a colega de trabalho, que identifica algo estranho. A única indústria que tem sistemas bem desenvolvidos para detectar as fraudes é a financeira", diz Vander Giordano, da Kroll América Latina.
Embora seja o mais bem preparado para detectar fraudes - tanto tecnologicamente, como em controles internos -, o sistema financeiro é também o que mais sofre perdas.
O prejuízo dos últimos três anos por instituição é mais do que o dobro da média das empresas analisadas. Sofrem perdas acima da média as indústrias de saúde, farmacêutica e de biotecnologia (75% acima da média); de recursos naturais (que inclui mineração e energia, por exemplo) e manufatura.
Na indústria de recursos naturais, além da previsível fraude de desvio de ativos físicos, a Kroll observou que um quinto dos executivos considerou suas empresas altamente vulneráveis à corrupção, quase o dobro da média.
Uma das causas pode ser o fato de que essa indústria tem exploração em países comumente listados entre os mais corruptos do mundo.
A pesquisa revela que 39% dos pesquisados no Oriente Médio e na África sofreram ameaça de corrupção e suborno nos últimos três anos.
Na América Latina, esse índice é de 29% e na América do Norte, 9%.
Clique AQUI e leia o texto Racionalização: entendendo a mente do fraudador, do consultor Leonardo Wassermann, da Kroll Miami
Quatro em cinco empresas sofreram algum tipo de fraude, nos últimos três anos.
A informação é da Kroll, empresa líder mundial em consultoria em gerenciamento de riscos, subsidiária da Marsh & McLennan Companies, de serviços profissionais.
Pesquisa da Kroll mostra que, na América Latina, 45% de 900 executivos sênior entrevistados crêem que o nível de fraudes corporativas é maior hoje, em comparação há três anos; no Oriente Médio e África, com 44% têm opinião semelhante.
Embora a percepção sobre o número de fraudes na América Latina seja grande, a pesquisa - realizada em parceria com a Economist Intelligence Unit (EIU) - revela que, na região, os valores das perdas sofridas são menores.
Mais de um terço das respostas (36%) indicou que as fraudes geraram custo anual de menos de US$ 100 mil; 20% entre US$ 100 mil e US$ 1 milhão; 7% entre US$ 1 milhão e US$ 25 milhões; e 2% entre US$ 25 milhões e US$ 50 milhões.
Na Europa Ocidental e no Leste Europeu, o impacto das fraudes supera US$ 100 milhões para 3% dos pesquisados e na América do Norte, 2%.
"Nos países desenvolvidos, muitas vezes as fraudes são contábeis, realizadas para ludibriar investidores e com impacto grande. No Leste Europeu e na África, há o crime organizado, as máfias", diz Eduardo Gomide (foto), diretor-executivo da Kroll no Brasil.
A mais freqüente causa do aumento da exposição à fraude é a alta rotatividade dos funcionários, com 32%. Esse problema é maior na região Ásia/Pacífico (40%) e menor na América do Norte (25%).
Gomide ressalta que, além de desvio de ativos físicos e de questões contábeis, a pesquisa enfocou a propriedade intelectual, para detectar casos de pirataria ou de roubo de informações estratégicas.
Essa é a principal preocupação dos entrevistados - cerca de 20% deles se consideram altamente vulneráveis a roubo, perda ou ataques de informações; 31% crêem que o aumento da complexidade dos sistemas de tecnologia está ampliando sua exposição à fraude.
A tecnologia é a segunda maior causa: as empresas estão cada vez mais dependentes da informática e com estrutura profissional cada vez mais enxuta e isto, segundo Gomide, leva as pessoas a ter mais obrigações; o mesmo funcionário pode ser responsável por receber as notas dos fornecedores e realizar o pagamento, o que contribui para facilitar a fraude.
"Nas empresas, as descobertas de fraudes muitas vezes se devem a colega de trabalho, que identifica algo estranho. A única indústria que tem sistemas bem desenvolvidos para detectar as fraudes é a financeira", diz Vander Giordano, da Kroll América Latina.
Embora seja o mais bem preparado para detectar fraudes - tanto tecnologicamente, como em controles internos -, o sistema financeiro é também o que mais sofre perdas.
O prejuízo dos últimos três anos por instituição é mais do que o dobro da média das empresas analisadas. Sofrem perdas acima da média as indústrias de saúde, farmacêutica e de biotecnologia (75% acima da média); de recursos naturais (que inclui mineração e energia, por exemplo) e manufatura.
Na indústria de recursos naturais, além da previsível fraude de desvio de ativos físicos, a Kroll observou que um quinto dos executivos considerou suas empresas altamente vulneráveis à corrupção, quase o dobro da média.
Uma das causas pode ser o fato de que essa indústria tem exploração em países comumente listados entre os mais corruptos do mundo.
A pesquisa revela que 39% dos pesquisados no Oriente Médio e na África sofreram ameaça de corrupção e suborno nos últimos três anos.
Na América Latina, esse índice é de 29% e na América do Norte, 9%.
Clique AQUI e leia o texto Racionalização: entendendo a mente do fraudador, do consultor Leonardo Wassermann, da Kroll Miami
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